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sábado, 21 de agosto de 2010

♥ Bloood...

terça-feira, 17 de agosto de 2010

♥ Tenha certeza que sua filha foi dormir, se não...

♥ Quando devem deixar as fraldas?

A idade ideal para deixar as fraldas é entre os dois e os três anos, mais precisamente entre os 27 e os 32 meses. Um estudo realizado nos EUA e publicado no Journal of Pediatric Urology demonstrou que deixar passar esta etapa sem dizer adeus às fraldas aumenta os riscos de incontinência de urgência (ou bexiga hiperactiva) - as crianças terão mais probabilidades de vir a ter perdas involuntárias de urina, tanto de dia como de noite, entre os quatro e os 12 anos.

Por outro lado, tentar retirar as fraldas antes dos dois anos é aumentar as probabilidades de insucesso e, normalmente, o período de adaptação é, nesses casos, mais prolongado. Este é o primeiro estudo científico que demonstra exactamente qual a etapa ideal para deixar as fraldas, apesar de existirem várias teorias sobre o assunto.



Este estudo mostrou também que, para ter sucesso no treino do bacio, mais importante do que as técnicas utilizadas é o timing escolhido. Os investigadores inquiriram os pais de 157 crianças com idades entre os quatro e os 12 anos, que consultaram um urologista por terem problemas de incontinência, sobre os métodos usados e a idade em que os filhos deixaram as fraldas. Os dados foram comparados com os de outro grupo de 58 crianças que não nunca tinham tido qualquer problema de incontinência.



No primeiro grupo a idade média de abandono das fraldas foi 31,7 meses, enquanto no grupo de crianças sem problemas essa média situou-se nos 28,7 meses. O método usado não esteve associado a diferenças significativas na probabilidade de vir a sofrer de incontinência mais tarde.



A criança tem de estar pronta para iniciar o processo, mas o que este estudo demonstra é que isso acontece, na maior parte dos casos por volta dos dois anos e meio e que deixar passar a oportunidade pode dar origem a problemas mais tarde.

O estudo mostra também que as crianças estão a deixar as fraldas cada vez mais tarde, tanto nos EUA como noutros países com países com culturas tão distintas como o Brasil ou a China. Em 1980, nos EUA, a média de idades para largar as fraldas situava-se nos 26 meses. Em 2003, essa média subiu para os 36,8 meses.



sexta-feira, 6 de agosto de 2010

♥ Bebé Come Melancia De Dentro Para Fora...

♥ Voltar ao trabalho antes de o bebé ter um ano...

Regressar ao trabalho durante o primeiro ano de vida do bebé é o que têm de fazer a maior parte das mães trabalhadoras. Algumas não o fazem sem levar um boa dose de sentimentos de culpa e preocupação com o bem-estar do bebé. Um novo estudo realizado nos EUA vem descansa-las e afirmar que o facto de as mães trabalharem tem de ser avaliado no contexto do bem-estar de toda a família e que o bebé não sai prejudicado desde que seja encontrada uma solução de qualidade para o tempo em que a mãe está ausente.

O estudo analisou o desenvolvimento de cerca de 1000 crianças desde o nascimento até aos sete anos. É verdade que as crianças cujas mães regressam ao trabalho durante o seu primeiro ano de vida têm piores resultados em testes cognitivos, o que se mantém até à entrada na escola primária. Mas esta desvantagem é compensada por outras vantagens de ter uma mãe que trabalha, como o mais alto rendimento da família. O estudo diz ainda que as mães que trabalham têm mais sensibilidade às necessidades dos filhos do que as que ficam com eles em casa até mais tarde. Segundo os autores do estudo, os benefícios acabam por compensar os prejuízos.

Mas também é verdade, dizem, que os efeitos negativos só serão neutros se a família encontrar um serviço ou uma substituta de qualidade. E se é verdade que trabalhar a tempo inteiro, se houver um bom cuidado na ausência da mãe, não prejudica o bebé, o estudo demonstrou que o trabalho em part-time durante o primeiro ano permite um melhor desenvolvimento do bebé.

Da mesma forma, regressar demasiado cedo ao trabalho, nos primeiros três meses, pode levar a problemas de comportamento na creche e mais tarde na escola.


Este estudo é o primeiro que analisa outros factores como os rendimentos, a saúde mental da mãe, a qualidade dos cuidados ao bebé, ao avaliar o impacto do regresso da mãe ao trabalho.


O estudo foi realizado na Universidade de Columbia.



♥ Piolhos não devem afastar crianças da escola...

A Academia Americana de Pediatria (AAP) aconselhou as escolas a alterarem as suas normas em relação às crianças com piolhos. Segundo um novo relatório, não há necessidade de estas serem afastadas da escola, uma vez que a infestação por piolhos não é uma ameaça à saúde pública, nem leva à transmissão de doenças. É apenas um grande aborrecimento, segundo os autores.

Por regra, as crianças só podem regressar à escola quando não apresentarem quaisquer sinais de infestação, ou seja, não podem ter piolhos nem lêndeas.

A AAP considera esta medida demasiado rigorosa, pois pode afastar as crianças saudáveis da escola durante vários dias ou semanas. Esta situação não beneficia as crianças nem as turmas e contribui para que haja uma reacção de preocupação desproporcionada, dos pais e das crianças, a um problema que é banal e não tem quaisquer consequências graves. Além disso, quando se descobre que uma criança tem piolhos, a situação pode ter tido início há várias semanas e a criança não representa maior risco para as outras depois de ter feito o tratamento em casa do que na véspera ou dois dias antes. Mesmo que ainda existam vestígios da infestação, como lêndeas que se mantêm agarradas ao cabelo, não há razão para afastar a criança.

O novo relatório acrescenta que os pediatras deviam envolver-se mais no apoio aos pais, em caso de infestação, pois existe muita ignorância por parte destes sobre o tratamento e medidas a aplicar.

Esta actualização de guidelines da AAP sobre o assunto é a primeira desde 2002.



♥ Mães atentas, adultos tranquilos...

O carinho, atenção e disponibilidade da mãe durante a primeira infância condicionam o bem-estar emocional dos filhos não só durante a infância, mas também na idade adulta.

Perto de 500 adultos fizeram parte de um estudo que cruzou a avaliação do seu estado emocional aos 34 anos com a qualidade da interacção e do vínculo afectivo com as mães aos oito meses de vida.

Estes dados, recolhidos nos anos 60 faziam parte de um estudo a nível nacional sobre gravidez e primeira infância em que a atenção e disponibilidade das mães para com os bebés foi avaliada por psicólogos. Outros estudos anteriores, que procuraram relacionar o bem-estar, a saúde emocional e a felicidade com o grau de afecto das mães basearam-se sempre nas memórias dos adultos, o que não tem o mesmo valor científico.

A recente investigação revelou que os adultos cujas mães foram mais carinhosas e atentas aos oito meses de idade são os menos angustiados, ansiosos e hostis, os que vivem relações sociais menos complicadas e os que apresentam menos sintomas psicossomáticos. Isto independentemente do meio social em que vivem.

Entre aqueles cujas mães tiveram um nível de atenção médio e aqueles cujo nível de atenção foi considerado baixo não houve grandes diferenças. Os investigadores justificam esta equivalência com o facto de não haver casos problemáticos ou verdadeiramente disfuncionais na presente amostra.

O que sublinham é a necessidade de proporcionar às mães e às famílias melhores condições para que possam criar relações fortes e próximas com os filhos, nomeadamente através do alargamento das licenças de maternidade.

A investigação foi realizada na Duke University Medical School, em Durham, Carolina do Norte e os resultados publicados no Journal of Epidemiology and Community Health.



terça-feira, 3 de agosto de 2010

♥ Nascer às 37 semanas já aumenta risco de problemas respiratórios...

Nascer antes do termo da gestação, mesmo que seja pouco tempo, aumenta os riscos de o bebé desenvolver problemas respiratórios. Um estudo desenvolvido nos EUA (Universidade e Illinois, Chicago) permitiu concluir que os bebés nascidos entre as 34 e as 37 semanas têm um risco significativamente mais elevado de problemas respiratórios do que aqueles que nascem entre as 38 e as 40 semanas de gestação. O risco diminui com cada semana de gravidez.

Foram analisados dados de 234 mil partos, ocorridos entre 2002 e 2008, em 19 hospitais americanos. Entre os bebés nascidos entre as 34 e as 37 semanas de gestação (mais de 19 mil), mais de sete mil tiveram de ser assistidos em Unidades de Cuidados Intensivos Neonatais. Destes, mais de dois mil sofriam de problemas respiratórios.

No grupo dos 166 mil bebés nascidos no termo da gravidez (entre as 38 e as 40 semanas), quase 12 mil foram assistidos nas UCI e destes apenas 1874 revelaram problemas respiratórios.

Um dos problemas mais graves é a Síndrome da Angústia Respiratória do Recém-nascido. Entre os bebés nascidos às 34 semanas, 10,5 por cento foram atingidos por esta doença. A mesma que afectou apenas 0,3 por cento dos nascidos às 38 semanas.


Os casos de pneumonia decresceram de 1,5 por cento no primeiro grupo para 0,1 por cento no segundo.

Este é mais um estudo que vem alertar para os riscos de antecipar o parto, através de cesarianas programadas, muitas vezes mesmo antes das 38 semanas, sem haver fortes razões clínicas que o justifiquem.

As conclusões deste estudo foram publicadas no último número do Journal of the


American Medical Association.



♥ Como sobreviver ao calor estando grávida...

Só quem já esteve grávida no Verão sabe como se torna difícil arrastar as pernas e como o corpo parece ainda mais pesado. Os tornozelos incham, os pés deixam de caber nas sandálias preferidas e os anéis deixam de entrar nos dedos. Há formas de atenuar estes sintomas. Respeitar o seu corpo e o seu estado é a primeira e mais importante. Esteja atenta aos sinais.

Pernas e pés inchados


As hormonas da gravidez afectam o metabolismo e a regulação da retenção de água. O calor potencia esse efeito, por isso o Verão se pode tornar tão penoso para uma grávida. As pernas e os pés inchados são um sintoma normal da gravidez, que costuma surgir sobretudo nos últimos meses, esteja frio ou calor. No Verão torna-se mais intenso e incomodativo.

Em situações normais, as pernas inchadas não doem, estão ambas igualmente inchadas e o edema vai-se agravando à medida que o dia avança. De manhã as pernas estão pouco ou nada inchadas e ao fim a noite podem fazê-la sentir-se um elefante.

O ideal, para contrariar esta tendência, é manter as pernas elevadas por pequenos períodos ao longo do dia e evitar estar muito tempo em pé.

O que não é normal e deve fazê-la falar com o seu médico é acordar de manhã com as pernas mais inchadas do que no dia anterior ou ter uma sensação dolorosa.

Há cremes que aliviam a sensação de pernas pesadas e são refrescantes. Aplique o creme antes de se deitar meia hora com as pernas elevadas ao fim da tarde. Vai ver que é uma óptima medida para que a noite seja mais agradável.

Durante a noite também pode dormir com os pés ligeiramente elevados, colocando uma almofada debaixo do colchão na zona dos pés.

Procure calçado confortável, que apoie bem o pé e não seja completamente raso. Os saltos altos guarde-os para o próximo Verão. Talvez tenha de comprar o número acima, a contar com o inchaço dos pés.



Beber muita água


Aumentar o consumo de água é essencial para a mãe e para o bebé. Mantenha um regime de água, assegurando que bebe pelo menos dois litros por dia. Não espere até ter sede. A sede é um sinal de que o organismo já entrou em défice de hidratação. Essa situação não é aconselhável para ninguém e muito menos para quem está grávida.



À mesa


A forma como comer vai influenciar o seu estado geral. No Verão é ainda mais importante fazer pequenas refeições intercalares para evitar quebras de tensão e hipoglicemia (baixo nível de açúcar). Se estiver muitas horas sem comer vai sentir-se indisposta, com tonturas e pode mesmo ter a sensação de desmaio.

Prefira refeições leves, de fácil digestão, alimentos frescos, fruta, iogurtes. Grelhados e saladas são uma opção saudável e o que sabe melhor quando está calor.



Na praia


Faça como se já tivesse o seu bebé cá fora. Proteja-se do calor excessivo. Mantenha-se ao fresco pelo menos entre as 12h00 e as 16h00. Aproveite esse tempo para ler - com as pernas elevadas, claro - ouvir música, dormir, tricotar um casaquinho.

Para a praia, leve guarda-sol e tenha muito cuidado com a pele de forma a prevenir o aparecimento de manchas. Aplique sempre protector solar de factor elevado (pelo menos 30).


Leve um spray de água termal, um mimo refrescante a que qualquer grávida deve ter direito.

Nadar no mar ou na piscina é um óptimo exercício e contribuirá para o seu bem-estar. Com a vantagem que dentro de água poderá sentir-se... leve!

Evite a bola de berlim - prefira levar um saco térmico com fruta.



segunda-feira, 26 de julho de 2010

♥ Filme da Semana - Toy Story 3

Para a criançada e adeptos dos filmes da disney :D
O novo Toy Story estreia já este dia 29 de Julho !

Deixo aqui um cheirinho do filme :P


♥ O melhor pequeno-almoço para o seu filho...

Todos sabemos que o pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia. Mas será que fazemos as melhores opções? Açúcar, gordura e sal são os «bichos papões» de que se fala quando temos que optar por este ou aquele alimento. Quando o assunto é pequeno-almoço, principalmente quando se trata de crianças, são inúmeros os mitos que catalogam alguns alimentos com um «evitar». O que poucos sabem é que as combinações pão, manteiga, queijo, fiambre, leite - são a maior parte das vezes a perdição, contribuindo com mais calorias, sal e açúcar do que se pensa.

As crianças em idade escolar que tomam o pequeno-almoço têm maior capacidade de concentração nas aulas o que se traduz em melhores resultados escolares. O pequeno-almoço é fundamental para regular o apetite ao longo do dia, diminuindo a vontade de comer alimentos ricos em gordura e açúcares e ajudando na ingestão de nutrientes importantes, como o cálcio, o ferro e a fibra.


Para uma criança em idade escolar (6-10 anos) o pequeno-almoço deve fornecer cerca de 340 kcal (20% do dia alimentar de referência). O pequeno-almoço ideal para esta idade deve incluir:

  • Leite ou derivados (iogurte) - 1 copo de leite simples (150 - 200 ml) ou 1 iogurte pouco açucarado

  • Cereais ou derivados pouco refinados ou integrais 30 g de cereais de pequeno-almoço com cereais integrais ou 40 a 50 g de pão integral ou de mistura. Quando a escolha recai no pão, torna-se necessário acrescentar manteiga, queijo, fiambre ou doce. Atenção às quantidades para não tornar esta opção demasiado calórica e desequilibrada.

  • Fruta ou sumo de fruta a gosto e variando em cada dia
  • Exemplos práticos:


  • 1 taça com cereais integrais (30 g) + 125 ml de leite meio gordo + 1 maçã

  • 1 bolinha de mistura + 1 colh. chá de manteiga + 1 copo de leite meio gordo (150 ml) + 1 copo de sumo natural (ex.: laranja)
  • Atenção!


  • Esta refeição deve ser sempre tomada em casa, antes de sair para a escola, para evitar os pequenos-almoços de cafetaria, frequentemente menos equilibrados do pontos de vista nutricional.
  • É muito importante variar ao longo da semana para garantir todos os nutrientes essenciais e também para evitar a monotonia.
  • COMPARAR PARA DECIDIR!


    Para tomar a decisão mais correcta não basta comparar alimentos isolados. Saber quantas calorias tem 100g de pão não tem interesse prático porque na realidade uma bolinha tem cerca de 50g e precisa de queijo, manteiga ou fiambre e também de uma bebida para se tornar um verdadeiro pequeno-almoço. Por isso, o mais correcto é comparar opções completas de pequeno-almoço.

    Por outro lado, é imprescindível saber quais as nossas necessidades energéticas e nutricionais ao longo do dia para que a refeição escolhida seja o mais adequada possível. Para nos ajudar nessa decisão é muito útil conhecer os Valores Diários de Referência. Estes valores representam as necessidades médias diárias de energia e de alguns nutrientes relativamente aos quais são comparados os valores da porção de alimento em causa.



    sexta-feira, 23 de julho de 2010

    ♥ Menino ou menina?

    Com a generalização das ecografias no acompanhamento médico da gravidez, o sexo do bebé deixou de ser mistério. Mas há quem prefira deixar a descoberta para o momento do parto. Nesses casos, renascem as antigas teorias e crenças que permitem à família e amigos «adivinhar» o sexo do bebé. Ou não.

    A forma da barriga
    Se é muito redonda e acompanha as ancas da mãe deixando-a indubitavelmente grávida mesmo para quem a olha de costas, será uma menina, diz a sabedoria popular. Se a barriga é mais pontiaguda, espetada para a frente, permitindo vislumbrar a cintura da mãe (costuma dizer-se «é só barriga»), então será um rapaz. Há pelo menos 50 por cento de hipóteses de esta teoria permitir «adivinhar» o sexo do bebé.

    O teste da agulha ou do anel
    Toda a gente já fez o teste da agulha algures na adolescência ou na velha infância. Pode ser ressuscitado na gravidez, até porque nove meses à espera exigem imaginação para passar o tempo.

    Uma agulha pendurada numa linha passa várias vezes na vertical junto ao polegar da mão aberta com a palma voltada para cima da futura mãe. Depois deixa-se a agulha suspensa sobre a palma. Se fizer movimentos circulares vai ser menina. Se os movimentos da agulha forem pendulares (para trás e para a frente em linha recta), será um menino. Este teste é muito útil pois também permite prever o número de filhos. Às vezes, o resultado coincide. Algumas pessoas, racionais e insuspeitas, juram a pés juntos que quase sempre.

    Outra versão deste teste é suspender um anel à frente da barriga da grávida. A forma como balança dará a resposta, tal como a agulha na palma da mão.

    A pele da mãe
    Acredita-se, talvez com algum fundamento estatístico, que se a pele do rosto da grávida está muito alterada - com acne, inchada, corada - é sinal de estar à espera de uma menina. Pelo contrário, quando está mais bonita do que é costume, lisa e hidratada, é de esperar um rapaz.

    Apetece-me um doce!
    Os desejos alimentares da mãe também foram ao longo do tempo indicadores do sexo do bebé. Se lhe apetecer muito doces, saiba que é provável que vá ter uma menina. Dizem. E que se lhe apetecer salgados e picantes, um rapaz será.

    Para os mais crentes na ciência
    Para quem não aguenta esperar pela notícia no momento da ecografia - que na maior parte das vezes acontece apenas na segunda, às 24 semanas de gestação - há agora a hipótese de desfazer o mistério logo no início da gravidez, a partir das oito semanas. Trata-se de uma simples análise ao sangue da mãe que detecta células fetais que existem na circulação sanguínea materna. O ADN dessas células é a chave: se existir cromossoma Y, significa que o bebé é rapaz, se não for encontrado esse cromossoma, será uma menina. Para mais informações sore este teste vá ao site www.meninooumenina.pt

    Sem sair de casa
    Não é uma análise ao sangue feita em laboratório, mas apenas um teste de urina que pode ser feito em casa, a partir das nove semanas de gestação. A fiabilidade é de 90 por cento, segundo a empresa americana que o registou e comercializa. Mas aconselha os pais a não fazer investimentos com base nesse resultado. Nomeadamente, não começar a pintar o quarto.
    A substância que combinada com as hormonas maternas presentes na urina permite revelar o sexo do bebé não foi revelada. Este teste pode ser encomendado na loja on-line www.intelligender.com



    ♥ Ligados à net... desde o útero

    Se é homem e sente uma certa inveja, ou digamos falta, do preenchimento de ter o bebé na barriga, talvez goste de saber que nasceu o Kickbee. Imagine que está a meio do seu dia de trabalho e recebe uma mensagem, através do Twitter, com o seguinte conteúdo «Dei um grande pontapé!».
    Quem criou este sistema foi um pai, pois claro, um estudante de mestrado da Universidade de Nova Iorque que queria sentir-se mais ligado ao seu bebé, enquanto assistia às suas aulas.

    Mas o Kickbee exige a colaboração da mãe, pois claro novamente. Esta tem de colocar uma faixa elástica à volta da barriga que irá detectar vibrações. Os sensores enviam a mensagem para uma central que diferencia os pontapés do bebé dos movimentos da mãe e envia depois uma mensagem para o Twitter, com indicação da hora exacta do movimento.

    Para Corey Menscher, o criador do Kickbee, a tecnologia pode ser determinante para manter ligadas famílias que vivem muito afastadas. Desde o ventre materno... Menscher pretende em breve conseguir personalizar mais as mensagens, de acordo com a intensidade do movimento do bebé. E começar a comercializar o dispositivo.

    O Kickbee é só uma parte de um projecto maior que pretende precisamente manter ligadas famílias separadas pela distância física.

    quinta-feira, 22 de julho de 2010

    ♥ Grávidas enjoadas, filhos inteligentes...

    Uma boa notícia para grávidas com enjoos: as crianças cujas mães sofreram náuseas durante a gravidez parecem ser, em média, mais inteligentes do que aquelas cujas mães não foram atacadas por esse incómodo.

    Num estudo feito no Canadá, foram avaliadas crianças entre os três e os sete anos. Aquelas cujas mães enjoaram obtiveram melhores resultados em certos teste de QI e revelaram melhores capacidades linguísticas e de memória.

    No caso das mães que haviam tomado medicamentos para o enjoo, esse facto não fez diminuir os resultados dos filhos. Pelo contrário, essas crianças foram as conseguiram uma média mais elevada nos resultados dos testes.

    Assim, podem descansar as grávidas que sofrem de enjoos e têm receio que esse facto venha a condicionar a saúde dos bebés. Pelas conclusões deste estudo, os enjoos não só não afectam as crianças como podem mesmo favorecer o seu desenvolvimento mental e intelectual. Quanto aos medicamentos, também não mostraram efeitos prejudiciais.

    No estudo participaram 45 crianças cujas mães tinham sofrido enjoos e tinham sido medicadas para minorar os sintomas, 47 cujas mães tinham sofrido enjoos mas não tinham tomado qualque medicação e 29 cujas mães não tinham sentido náuseas. Todas as crianças tinham um desenvolvimento normal para a idade. Mas os resultados foram claramente superiores nos dois grupos de crianças cujas mães enjoaram e verificou-se mesmo que aqueles cujas mães tinham tido sintomas severos de náuseas eram os que tinham melhores resultados dentro do seu grupo.

    Os investigadores avançam por isso a hipótese de que as mesmas hormonas que são responsáveis pelo enjoo possam ser favoráveis ao desenvolvimento cerebral dos fetos.


    Os resultados foram publicados no Journal of Pediatrics.

    Sinal de uma gravidez saudável


    Os enjoos são muito comuns na gravidez e estão relacionadas com as alterações hormonais que ocorrem sobretudo no primeiro trimestre. Como se devem a certas hormaonas que têm um papel importante no desenvolvimento da placenta, há especialistas que defendem que são sinal de uma gravidez saudável. Esta convicção prende-se também com os resultados de alguns estudos que apontam para taxas mais baixas de aborto espontâneo e parto prematuro nas grávidas que sofrem de náuseas e vómitos.

    Mas os enjoos não são sempre uma situação benigna. Uma pequena percentagem de grávidas evolui para uma situação de náuseas e vómitos severa e persistente que pode provocar desidratação, subnutrição e perda de peso. Os autores do estudo admitem que este distúrbio possa ter causas diferentes - inclusive psicológicas - dos enjoos normais.



    segunda-feira, 19 de julho de 2010

    ♥ Só para bebés...

    Se o seu bebé deixou de ser recém-nascido, se ele já percebeu que há nesta vida coisas interessantes e engraçadas e outras aborrecidas e chatas, se ele já gosta de sorrir e de experimentar uma boa gargalhada, então está mais do que na altura de diversificar as suas experiências. Há umas quantas coisas que deve marcar na agenda para fazerem juntos antes de ele completar um ano de vida.

    É claro que, mais tarde, o seu filho há-de repetir muitos destes programas, mas experimentá-los pela primeira vez quando ainda se é bebé de colo, é diferente de passar por eles quando já se foge do pai e a da mãe. Por isso, em defesa dos bebés, sugerimos aos pais que não se esqueçam de:

    Fazer massagens


    O contacto pele com pele, o toque das mãos da mãe e do pai, tem uma importância vital para um bebé. As massagens são uma forma de tocar que tem inúmeros benefícios, a todos os níveis, inclusive na promoção da vinculação. A Associação Internacional de Massagem Infantil propõe um programa baseado nos princípios da massagem indiana (shantala), da reflexologia e da massagem sueca. Um conjunto de movimentos que pode aprender em inúmeros centros por todo o país (para procurar técnicos credenciados pela Associação Portuguesa de Massagem Infantil e descobrir mais sobre o que as massagens podem fazer pelo seu bebé, vá a www.apmi.org.pt).


    As massagens podem tornar-se uma rotina ou um mimo para momentos especiais. A verdade é que aproximam pais e filhos e são um investimento. Não tarda o seu filho também fará massagens aos pais.

    Tomar banho com o bebé


    Juntar-se ao bebé na banheira é criar mais um espaço e um tempo privilegiado de contacto pele com pele. É claro que não é um programa para fazer com um recém-nascido, mas a partir de certa altura é um prazer para pais e filhos. Vão sentir-se mais próximos da natureza, do seu corpo e do deles, sem fechos, molas e mangas a estabelecer fronteiras e com a água como relaxante natural. Para um bebé que adora o banho, imagine o bem-estar redobrado que irá sentir por poder estar ao colo da mãe ou do pai ao mesmo tempo. Para os que não gostam tanto desse momento, pode até ser uma forma de descobrirem como é bom sentir a água na pele.

    Contar histórias, descobrir os livros


    Nunca é cedo demais para começar a contar histórias ao seu bebé. Mas a partir de certa altura pode e deve mostrar-lhe livros, contar-lhe o que se passa a cada página, deixá-lo folhear, explorar, mesmo arriscando estragar. Há livros próprios para bebés, mais resistentes e até apropriados para quem não resiste a morder um cantinho. Se os livros fizerem, desde cedo, parte do seu mundo, não tarda será o bebé a pedir esta ou aquela história. E ouvi-la da boca do pai ou da mãe é um prazer único.

    Passear num parque natural


    Ir todos os dias ao jardim do bairro é bom. Mas não deixe de dar ao seu bebé, uma vez por outra, o prazer de passear no meio da natureza em estado bruto. Fazer uma caminhada com ele no canguru (no pano ou no sling) ou no carrinho TT dependendo do percurso e da distância é dar-lhe cheiros, cores e oxigénio que não existem em mais sítio nenhum. Ouvir o silêncio ou a banda sonora dos pássaros, estando deitado numa manta a ver as copas das árvores é melhor do que ter qualquer caixinha de música ou qualquer mobile. Sobretudo quanto se está como o pai e com a mãe.

    Ir à praia
    Tão especial como a sombra de um bosque é o horizonte no mar. Os bebés têm essa noção e costumam ficar maravilhados. Pôr as mãos na areia, sentir as ondas do mar nos pés são descobertas únicas e estimulantes. Às vezes até demais. Não é aconselhável estar muito tempo na praia com um bebé e não devemos expô-lo ao sol nos primeiros meses, seja a que horas for.
    Como em tudo, é preciso bom senso. Ou seja, ir embora antes de o cansaço ser demasiado. E claro, tão importante como estar pouco tempo, é estar só ao princípio da manhã ou ao fim da tarde.

    Descobrir os animais


    Os cães e os gatos domésticos podem tornar-se verdadeiros amigos de um bebé. Mas poder ver outros animais - um cavalo, uma vaca, uma galinha - são experiências que todos os bebés adoram. Sobretudo porque já os conhecem das histórias. Nos livros, a dimensão passa um pouco ao lado, tal como o toque, o movimento, os sons. Por isso, um passeio numa quinta pedagógica, para quem não tem amigos ou família no campo, é um excelente programa para pais e bebés. Fazer uma festa ao cavalo, dar pão aos patos, ouvir a vaca mugir pode ser uma verdadeira festa.

    Sujar-se


    Esqueça os preconceitos demasiado higiénicos e deixe o bebé sujar-se à vontade. Mexer na terra, cair na relva, enterrar os pés na areia são actividades que implicam alguma sujidade, é um facto. Mas esta é uma sujidade saudável: o bebé não vai ficar doente, (pelo contrário, pode ficar mais resistente) e vai seguramente ficar feliz por poder explorar o mundo. Depois da aventura, não há nada que um bom banho não resolva.

    Comer com as mãos


    É normal que o bebé queira experimentar a textura dos alimentos, para além do seu sabor. No último trimestre do primeiro ano de vida, é saudável deixá-lo comer certas coisas com as suas próprias mãos. É uma forma de estimular a coordenação, o prazer de comer e a mastigação, muito importante nesta fase. Pão, bolachas, fruta cortada aos pedaços, massinhas e bocadinhos de queijo são bons alimentos para o bebé comer sem ajuda.


    Não se preocupe demasiado com a sujidade. Nesta fase, é normal que alguma comida caia em locais bastante distantes do estômago do seu filho. Incentive-o também a comer com a colher. Quanto mais cedo começar a treinar, melhor.

    Cantar e dançar


    Nunca é cedo demais para começar a iniciar o seu bebé nos prazeres da música. Além de o deixar ouvir discos os preferidos dos pais e outros que considere serem do agrado dele - cante-lhe enquanto lhe muda a fralda, dance com ele, rebolem no chão. Lengalengas são também estimulantes do ponto de vista do ritmo e da linguagem. Mesmo que ache que canta mal, para o seu bebé será sempre melhor ouvir a voz do pai e da mãe do que a do melhor intérprete. Use e abuse da música, das cantigas da sua infância, das palmas, do movimento.

    Ir à piscina


    São imensas as vantagens de um programa de adaptação ao meio aquático. Se puder inscrever-se com o seu bebé numa piscina preparada para o efeito a água deve ter um tratamento especial, estar a uma temperatura adequada, ter um instrutor com formação específica ele irá adorar. A ideia não é ensiná-lo a nadar nem fazer dele uma atracção para a família porque aprendeu inúmeras habilidades. A ideia é ter um tempo e um espaço em que pais e bebé estão verdadeiramente juntos, num ambiente estimulante, promovendo o seu desenvolvimento motor, competências sociais, inteligência e, claro, oferecendo-lhe muita diversão.




    sexta-feira, 16 de julho de 2010

    ♥ Vai doer muito?

    É verdade que as contracções provocam dor. A dilatação do canal cervical por forma a deixar passar a cabeça de um bebé dói. Mas o nosso corpo também nos ajuda a suportar e superar essa dor que, de resto, estamos preparadas para sentir. As endorfinas produzidas pelo organismo juntamente com todas as outras hormonas presentes no trabalho de parto são verdadeiros analgésicos naturais.

    A importância do bem-estar da mãe
    Quanto mais descontraída estiver a grávida, menor será a dor. Se houver tensão na musculatura pélvica haverá duas forças contraditórias em acção e existirá como um bloqueio à acção das contracções que se tornam assim mais dolorosas. Se a grávida estiver confiante e concentrada em si mesma e no trabalho que o seu corpo está a fazer, estará mais descontraída. Será assim mais provável que consiga suportar as dores de forma controlada, até porque serão menos intensas.

    Visualizações, hipnoterapia, respiração controlada são tudo formas de abstracção que ajudam a suportar melhor a dor. Também as massagens e a água quente têm um efeito de atenuar a dor, precisamente porque contribuem para o relaxamento da grávida. Pelo contrário, o medo, a falta de confiança em si mesma e nas pessoas que a rodeiam, a ansiedade e a tensão têm o efeito contrário: aumentam a dor e podem afectar a progressão do trabalho de parto. A companhia constante de alguém da confiança da mãe, está provado, é mais eficaz no alívio da dor do que muitos analgésicos químicos. Por isso, há querm defenda que a presença de uma doula no trabalho de parto é um «analgésico natural». Ela dá conforto e confiança à mãe e contribui para a sua descontracção.

    Também a liberdade de movimentos proporcionam um alívio da dor, pois a grávida pode colocar-se em posições mais confortáveis. Além disso, o movimento promove a dilatação e a descida do bebé.

    A occitocina artificial
    A administração de occitocina artificial por via intravenosa é comum nos partos hospitalares - não só na indução, mas também como forma de acelerar trabalhos de parto que se iniciaram espontaneamente. Esta prática acentua as dores, uma vez que torna as contracções mais intensas de uma forma alheia ao equilíbrio hormonal natural. A occitocina artificial não passa pelo hipotálamo e portanto este não dá "ordem" para produção de endorfinas (analgésicos naturais) em quantidade suficiente para ajudar o corpo a responder àquela dor.

    Muitas vezes, acelerar o parto não tem qualquer vantagem. O facto de ser menos demorado nem sempre quer dizer que implica menos dor, sobretudo quando se trata de uma "aceleração" artificial. Dar tempo à natureza para fazer o seu trabalho tem, quase sempre, mais vantagens do que interferir no processo só porque se quer abreviá-lo.



    ♥ Olha quem anda!

    Mais do que as velas do primeiro bolo de aniversário, são os primeiros passos que marcam a entrada dos bebés numa nova etapa do seu desenvolvimento. Os doze meses são apontados nos manuais de desenvolvimento infantil como a altura aproximada em que a maior parte das crianças consegue conquistar definitivamente o equilíbrio e a confiança que lhes permitem soltar-se de todas as «muletas» e passar a caminhar pelo mundo em posição vertical.
    Importante é saber que atingir esse grande marco liberta a criança para outras conquistas, outros desafios, novos passos. Na cultura anglo-saxónica existe mesmo uma palavra para designar a criança que está nesta nova fase. Chamam-lhes toddlers, e não mais babies. Até os brasileiros já adoptaram a expressão, que se refere a todo o período que vai da aquisição da marcha até aos dois anos.

    E porquê este marco?

    Precisamente porque até a aquisição da marcha, o desenvolvimento do bebé está centrado na descoberta do seu corpo e na passagem de uma posição fechada sobre si mesmo para uma progressiva abertura dos membros em relação ao tronco, dos dedos em relação às mãos, de uma posição horizontal e de uma incapacidade de se virar para o outro lado, para uma posição vertical em que consegue equilibrar-se e, por fim, andar sozinho. A partir daí, o bebé vai centrar as suas descobertas no mundo que o rodeia, nas relações com os outros, na linguagem e, claro, na afirmação da sua autonomia.

    O que eu andei para aqui chegar


    Nos primeiros 12 meses são muitas as etapas que um bebé tem de cumprir para chegar ao ponto de conseguir andar sozinho. A data em que o fazem não tem muita importância. Há limites mínimos e máximos que podem alertar os pediatras para possíveis problemas no caso de serem ultrapassados, mas são apenas indicadores. O certo é que os bebés cumprem uma sequência de aquisições que é igual para todos: primeiro aprendem a segurar a cabeça, depois a rolar, depois a sentar-se, depois a gatinhar ou rastejar (alguns saltam esta etapa), depois andam apoiados em objectos ou na mão de um adulto e, finalmente, andam sozinhos.


    Neste processo vão ganhando força muscular, coordenação e equilíbrio, requisitos essenciais para quem quer pôr um pé à frente do outro. Esta é uma habilidade que requer um vasto número de competências motoras e físicas, de força, destreza e coordenação, mas também mentais e de personalidade ¿ confiança, segurança, vontade. Daí que possa variar tanto de bebé para bebé a altura em que conseguem fazê-lo.


    Se para segurar bem a cabeça, por exemplo, a variação apontada pelos especialistas vai dos 2 aos 4 meses, para dar os primeiros passos o intervalo é o maior de todos: dos 11 aos 14 meses é o período em que a maior parte dos bebés dá os primeiros passos, mas há sempre os mais precoces e os mais preguiçosos, pelo que dos 9 aos 18 meses é perfeitamente possível cumprir essa etapa sem que haja motivo para preocupações.


    Se o seu filho é dos que se demoram mais uns tempos na mobilidade em quatro apoios - o engenhoso gatinhar - não se deixe contaminar pela ansiedade, nem atingir pelas comparações com os vizinhos ou os primos. Goze esta fase fantástica, não force o seu filho, respeite o seu ritmo e dê tempo ao tempo. Ele terá a vida toda para andar pelo seu próprio pé. Porquê ter pressa?


    Eu vou sozinho

    A partir do momento em que começam a andar, os bebés sentem o gosto da liberdade e a vontade de autonomia cresce de um dia para o outro. Não se admire se o seu filho começar a recusar o colo e até a sua mão, porque agora ele quer explorar o mundo pelo seu próprio pé. Nesta fase, as quedas são o «prato do dia». É preciso muito treino para aprender a controlar variáveis tão importantes como desníveis no chão, inclinações, objectos ou mesmo mudanças de rota, sem perder o equilíbrio. Mas os progressos, depois dos primeiros passos, serão rápidos e irreversíveis.

    quarta-feira, 14 de julho de 2010

    ♥ Licença de maternidade poderá ser 20 semanas...

    A licença de maternidade na União Europeia poderá passar a ser de 20 semanas, caso a proposta da eurodeputada Edite Estrela seja aprovada pelo Parlamento Europeu até ao final do ano. Edite Estrela afirma que é importante ter em conta «os benefícios para a família».

    O objectivo do “Relatório Estrela”, elaborado pela eurodeputada, é fixar um limite mínimo de 20 semanas para licença de maternidade e criar uma licença de paternidade de duas semanas, ambas pagas na íntegra.
    Segundo a deputada, a sua proposta de alargamento da licença de maternidade «não terá custos significativos» nem implicará um custo directo nas finanças públicas dos diferentes estados membros superior a 0,2 por cento do PIB.

    «O importante é que todos percebam os benefícios desta alteração, até para incentivar a um crescimento da taxa de natalidade da Europa e contrariar o envelhecimento da população», disse a deputada em entrevista à Lusa.
    A actual legislação comunitária é de 1985 e estabelece uma licença de maternidade mínima de 14 semanas, com uma remuneração equivalente, pelo menos, ao subsídio de doença. Em Portugal, a legislação mudou em Maio de 2009, criando uma licença parental de 120 dias pagos a 100 por cento ou 150 dias se, pelo menos, 30 dias forem gozados pelo pai.


    quinta-feira, 8 de julho de 2010

    ♥ Acidentes com cadeiras de automóvel... em casa

    As cadeiras do carro devem permanecer no carro. O conselho surge depois de terem sido conhecidos os resultados de um estudo que procurou avaliar a segurança do uso para outros fins de cadeiras concebidas para transporte de crianças no automóvel.

    Nos EUA todos os anos são atendidas nos serviços de urgência nove mil crianças vítimas de acidentes ocorridos durante a utilização da cadeirinha do automóvel fora deste. Os bebés caem da cadeira grupo 0 (normalmente aquela a que em Portugal também chamamos ovo) porque não tinham o cinto apertado ou caem com a cadeira de cima de uma superfície alta, onde estava poisada, para o chão. Muitas vezes, o acidente acontece porque os pais consideram que a criança não se mexe o suficiente para fazer balançar a cadeira ou para conseguir sair.

    Cerca de metade dos acidentes acontece em casa e na maior parte das vezes as consequências são lesões na cabeça ou no pescoço.

    Os investigadores consideram por isso importante que os pais passem a usar a cadeira apenas no carro pois foi esse o propósito para o qual foi concebida. O estudo foi publicado no jornal científico Pediatrics.


    ♥ Parabéns a nossa menina Carolina Cruz...

    Hoje a nossa menina Carolina Cruz faz aninhos :D
    Minha linda, que a vida te traga tudo de bom e que essa felicidade seja para sempre =) e que a família permaneça sempre junta =)
    Um Beijinho de PARABÉNS e FELICIDADES :D


    terça-feira, 6 de julho de 2010

    ♥ As Primeiras Papas...

    As primeiras papas, as primeiras sopas, a fruta... Um mundo de novos sabores e texturas e um objecto novo a entrar em jogo na hora de comer. A colher pode ser tão estranha como a própria comida para um bebé que toda a vida mamou. Para alguns, estes são desafios fáceis e saborosos. Para outros, cada nova refeição é uma guerra. De boca irredutivelmente fechada ou a cuspirem tudo o que entra, fazem perder a paciência a mães e pais que desesperam por poder ver o fundo do prato. Se é esse o seu caso, deixamos-lhe alguns conselhos:


    Não abre a boca!


    Espere que o bebé tenha fome. Faça um intervalo um pouco maior do que é habitual. Por vezes, é o sufciente para o bebé aceitar melhor a sopa ou a papa.

    Se está a amamentar, peça a outra pessoa para dar a sopa ao bebé. Facilita não ter a mãe - a dona da maminha - ali ao pé, quando apetece mais o leite já conhecido do que o esforço de aceitar a novidadede do sabor e da colher.
    Há bebés que se distraem com a televisão ou com irmãos a brincar ali por perto e por isso não abrem a boca para comer. No fundo, há coisas que estão a interessá-los mais. Nesse caso, procure que a refeição aconteça num local calmo, sem motivo de distracções.
    Converse com ele sobre a sopa ou a papa, como está boa, como ele está crescido e a comer bem, cante-lhe uma canção, mas não caia na tentação de contratar a banda ou o circo para distrair o seu bebé enquanto come. É preciso que a refeição seja apreciada como tal e não distraí-lo para que coma sem dar por nada.

    Demora muito a comer


    Há pais que se queixam de que o bebé demora muito a comer. Mas se acaba por comer é o mais importante. Os bebés não têm o nosso ritmo e nem todos são sôfregos e «esfomeados». Comer devagar é melhor para a saúde, portanto não apresse demasiado a refeição. Deixe-o comer ao seu ritmo e fazer um pequeno intervalo se for caso disso. Essa é a melhor forma de perceber na altura certa quando se está saciado.

    Há sopa por todo o lado


    Prepare-se para a sujidade. Faz parte do processo o bebé ficar com sopa dos pés aos cabelos, na roupa e em toda a volta. Limpar é fácil se estiver preparada para isso. Coloque um avental, compre babetes bem grandes e tenha à mão papel de cozinha.


    Coloque o bebé numa posição reclinada, em vez de sentado com as costas direitas - ajuda a que fique mais sopa ou papa dentro da boca.

    Estranha a colher


    No início, vai haver ainda o reflexo de sucção. É normal que o bebé queira mamar na colher. Escolha uma de silicone que não o magoe. Deixe-o mexer nela, habituar-se ao objecto, mordê-la, para não ser uma coisa completamente estranha que está a entrar-lhe pela boca com uma substância igualmente estranha.


    Diluir a papa e dá-la no biberão não é uma boa opção pois não estará a habituar o bebé à colher e à mastigação - está sim a dar-lhe a ideia de que pode comer tudo no biberão, basta virar a cara ou cuspir a papa. A adaptação à colher vai assim tornar-se mais difícil.

    Faz muitas caretas

    Fazer caretas é normal até porque o bebé está a aprender movimentos novos, com a boca e os músculos da face. Nem sempre quer dizer que não gosta do sabor. Mas também é normal que estranhe o sabor e a textura e reaja com caretas. Se perceber que o bebé não gosta de determinado sabor, não deve optar por nunca mais lhe dar essa fruta, legume, carne ou peixe. Deve voltar a experimetar alguns dias depois. Um estudo demonstrou que os bebés precisam de ser expostos vezes a um novo sabor até gostarem realmente dele.





    segunda-feira, 5 de julho de 2010

    ♥ Nascer em casa...

    A segurança do parto em casa face ao parto hospitalar foi alvo de um estudo realizdo nos EUA que avaliou dados de mais de 500 mil nascimentos, ocorridos em vários países da América do Norte e Europa. A principal conclusão é que o risco de morte é maior para o bebé quando o parto é planeado para acontecer em casa (0,2 por cento) do que quando se planeia dar à luz no hospital (0,1 por cento).

    O facto de não analisar o local onde o bebé nasce realmente, mas sim o local planeado acaba por ser determinante para este resultado, porque uma complicação que leva à transferência para o hospital também poderia ocorrer se a mulher tivesse planeado um parto hospitalar.


    Os investigadores deste estudo, defendem, no entanto, que quando ocorre uma complicação num parto em casa e o bebé é transferido e acaba por morrer, essa morte deve ser contabilizada nos números do parto domiciliário e não do parto hospitalar.

    No Reino Unido, onde a opção pelo parto domiciliário tem sido encorajada pelo ministério da saúde, os números ainda são baixos para se poder tirar conclusões. O presidente do Colégio da Especialidade de Obstetrícia e Ginecologia, Sabaratnam Arulkumaran, afirmou, confrontado com os resultados deste estudo, que um bom sistema de selecção das mulheres que têm condições para optar por um parto em casa, por um lado, e a garantia de que todas as parteiras que acompanham partos no domicílio estão bem preparadas para manobras de reanimação, por outro, podem fazer reduzir os riscos para o bebé.

    O estudo concluiu ainda que as mulheres sofrem menos lacerações, têm menos intervenções e recuperam mais rapidamente quando o bebé nasce em casa.


    sexta-feira, 2 de julho de 2010

    ♥ Bebés na praia...

    Se estava habituado a passar dias inteiros na praia, a não ter relógio e a recusar qualquer compromisso de horário, esqueça. As férias com um bebé são outro filme. Ele precisa que a sua rotina seja respeitada e não pode estar na praia entre as 11h00 e as 16h00. Essa é a primeira grande regra.

    Assim sendo, esqueça também as noitadas. Levantar cedo já é normal para quem tem filhos pequenos. Quando se está de férias com um bebé, as primeiras horas do dia são óptimas para passear com ele na praia. Pelas 10h30 ou 11h00 está na hora de voltar para casa. Dar almoço ao meio-dia, dormir a sesta - que é um óptimo hábito de férias para todas as idades - lanchar e pelas 16h30 voltar à praia para um bom fim de tarde. Nem todos os bebés aguentam dois períodos de praia por dia. Assim sendo terá de avaliar se ele fica muito rabugento, cansado, com dificuldade em dormir... Se assim for, é preferível levá-lo apenas à tarde e fazer uma manhã apenas com um passeio pelo jardim ou uma ida ao parque infantil ou uma passagem pela piscina bem cedinho.
    Para que tudo isto funcione, é preciso tomar algumas medidas antecipadamente. Parece um regime militar, mas vai ver que depois compensa. Prepare o saco de praia na véspera à noite. Deixe também a mesa do pequeno-almoço preparada ou, se preferir, tome-o quado chegar à praia. Leve uns iogurtes ou um sumo e no caminho compre um pão ou croissant. Não prolongue o pequeno-almoço indefenidamente, caso contrário chegará à praia à hora a que deve estar a sair de lá.

    Cuidados com o sol

    O protector solar (factor 50) deve ser aplicado antes de sair de casa. Na praia mantenha o bebé com uma t-shirt branca e chapéu com abas. Os óculos de sol também devem fazer parte do material, mas nem todos os bebés se adaptam bem. O chapéu de sol é essencial. Depois de um passeio à beira mar, traga umas conchinhas no balde e sente o bebé à sombra. Muito cuidado com os dias nublados ou com vento. A sensação de frescura engana - o sol está lá e continua a queimar.

    Hidratar

    Na praia, o risco de desidratação é grande, sobretudo em dias de maior calor. Vá oferecendo água ao bebé regularmente.

    Com que idade podem ir à praia?

    Antes dos quatro meses, a praia não tem qualquer vantagem. A partir daí, os pais devem respeitar os horários do bebé e ir avaliando a sua reacção à praia.

    Brincar e chapinhar

    Um balde, uma pá e ums forminhas são suficientes para entreter um bebé por muito tempo. Os que gostam de brincar na areia entretem-se muito tempo quase sem interferências. Encher o balde de água de vez em quando é suficiente para que fiquem felizes a chapinhar. Uma pequena piscina insuflável com alguma água é um sucesso pois além de divertido é refrescante.
    Mas o melhor mesmo é caminhar na areia molhada, sentir as ondas a vir molhar os pés, ouvir o barulho do mar, olhar para as gaivotas e apanhar conchas para brincar depois na areia seca.

    Quando não gostam da areia

    Há crianças que não gostam da areia. E os pais que imaginavam a primeira ida à praia como o início de grandes brincadeiras e horas felizes, vêem-se confrontados com um bebé que trepa por eles acima quando tentam poisá-lo no chão. Alguns estranham a textura e sentem-se inseguros pela falta de solidez no contacto com os pés. Para outros, é mesmo uma questão de repulsa. Há os que choram e há mesmo os que chegam a vomitar.
    Para todos é preciso muita paciência e não forçar. Uma toalha bem grande, com o bebé sentado no meio é a primeira medida higiénica. Experimente calçar-lhe umas meias, assim o contacto é minimizado. Aos poucos, ele vai descobrir que a areia é divertida. Mas pode não ser logo no primeiro Verão.

    Quando têm medo do mar

    Também para o mar, é importante respeitar o bebé e levá-lo à medida da sua vontade e desejo de aventura. Se há aqueles que são um perigo porque não têm medo nenhum, outros não concebem sequer aproximar-se. Vá devagarinho e com paciência. Se forçar estará a agravar o problema. Muitos destes medos têm origem em situações de pânico em que as crianças foram forçadas - pode ter sido no primeiro Verão - a mergulhar ou a pôr os pés na água quando não se sentiam seguras para isso.

    Chichis e... cocós

    Esta é uma óptima altura para os bebés que estão em fase de deixar as fraldas. Deixá-los só com o fato de banho na praia deixa-os sentir quando fazem chichi e assim estão mais atentos aos sinais - sem as desvantagens de ter de andar a limpar atrás deles. Não há qualquer problema de higiene em fazerem chichi na areia. As fraldas de piscina e praia são uma boa opção pois podem funcionar como cuecas. Se já pedem para fazer cocó, um bom truque é encher de areia um saco de plástico, colocá-lo dentro do balde da praia e sentar a criança. Depois é só fechar o saco e deitar no lixo. É que ir a correr à casa de banho mais próxima pode demorar demaisado tempo.



    quinta-feira, 1 de julho de 2010

    ♥ Fazer bebés nem sempre é fácil...


    Para muitas pessoas é tão natural como respirar. Há até quem diga que engravida só de pensar nisso. Mas nem sempre é assim. E o sonho de ter um filho às vezes tarda em tornar-se real.
    Se está nessa fase - em que ainda não se pode falar de infertilidade, mas em que os meses sem conseguir conceber começam a pesar - deixamos-lhe alguns conselhos úteis para aumentar as suas hipóteses.
    O IOL Mãe foi à consulta da ginecologista e obstetra Filomena Nunes encontrar respostas para as suas dúvidas. O primeiro e principal conselho desta especialista vai no sentido de acalmar o casal. «O sentimento de que pode haver alguma incapacidade no que respeita à fertilidade é habitualmente gerador de grande ansiedade, mas na grande maioria das vezes, a gravidez acaba por acontecer naturalmente», garante.

    Os Kits para identificar os dias da ovulação são eficazes?


    O aumento da LH (Hormona Luteinizante) na circulação sanguínea provoca a ovulação, que corresponde à libertação periódica do óvulo pelo ovário. A LH aumenta de forma considerável 24 a 36 horas antes da ovulação e é excretada na urina. A avaliação desta hormona na urina, permite prever a ocorrência da ovulação através da identificação do pico natural de LH no organismo.

    Os kits de doseamento podem ser comprados em farmácias e a ovulação ocorre normalmente 24-48 horas após um resultado positivo no teste. Apesar de eficazes, tem algum custo económico pois têm de ser repetidos durante vários dias para ser possível detectar o pico de LH.

    Uma mulher com um ciclo de 28 dias deve começar a fazer os testes à urina no nono ou décimo dia após o início da menstruação.

    E a temperatura? É um método fiável?


    Após a ovulação, a temperatura basal da mulher pode aumentar aproximadamente 0,5 graus e habitualmente mantém-se este aumento até o início da menstruação seguinte. O aumento da temperatura é provocado pela produção de progesterona pelo ovário, após a libertação do óvulo.

    Para utilizar este método é necessário avaliar e registar a temperatura corporal basal, de manhã, antes de se levantar, pois qualquer actividade física pode alterá-la, e efectuar esta medição durante alguns meses. Só assim é possível descobrir um padrão e definir a provável data da ovulação. A avaliação da temperatura deve ser obtida ao nível da cavidade bucal ou rectal, com um termómetro comum ou com um especifico que mostra apenas uma faixa de apenas poucos graus, sendo assim mais fácil de ler.

    A mulher estará no seu período fértil, um a dois dias antes da subida da temperatura. Além deste método só detectar, à posteriori, a ocorrência da ovulação, não é um método fiável porque a temperatura basal é influenciada por outros factores, como: a febre, a actividade física em excesso, algumas medicações, alterações hormonais, etc.

    É possível identificar o período fértil através do muco vaginal?


    À medida que a ovulação se aproxima, existe produção de maior quantidade de muco vaginal, que fica mais líquido e distensível. Isso ocorre devido ao aumento da produção de estrógeneos que antecede a ovulação.

    A mulher pode notar uma sensação de humidade e se tentar avaliar este muco repara que ele fica mais transparente, claro, escorregadio e elástico quando em contato com os dedos, indicando que a ovulação pode acontecer nos dias seguintes.

    Quantos dias dura o período fértil? Ter relações sexuais todos os dias nesse período aumenta as hipóteses de engravidar?
    A duração do ciclo menstrual mede-se a partir do primeiro dia de menstruação até ao dia anterior a uma próxima menstruação.

    Em geral num ciclo menstrual de 28 dias, a ovulação ocorre no meio do ciclo, por volta do 14º dia, contando a partir do primeiro dia da menstruação. O período fértil da mulher tem como duração de três dias antes da ovulação até dois dias após a mesma. Isto porque os espermatozóides podem sobreviver até 72 horas dentro do organismo feminino e o óvulo até 48 horas depois da ovulação.

    A compreensão desta fisiologia, permite informar o casal que o melhor momento para a relação ocorre nos dois dias mais próximos da ovulação.

    Mais importante que a frequência das relações neste período é a identificação correcta do momento da ovulação. Este pode ser aferido através da realização de ecografias nos dias que antecedem o período fértil.

    Existe alguma posição para ter relações sexuais que aumente as hipóteses de fecundação ou são só mitos?


    Não existe nenhuma posição para ter relações que esteja provado que aumente as hipóteses de fecundação.

    O factor psicológico é determinante? Qual a atitude certa?


    O planeamento de uma gravidez desejada pode, por vezes, vir acompanhado de grande ansiedade e expectativa, dado que se trata de um importante momento na vida dos futuros pais.

    Mas é importante que se desfaçam alguns mitos associados à infertilidade. Não se deve dizer aos casais que eles são inférteis por serem ansiosos. A não ser que a ansiedade seja realmente muito intensa, ao ponto de interferir com as ovulações ou com a frequência das relações sexuais, não existem evidências que provem que a ansiedade interfira com a capacidade de engravidar e seja um motivo de infertilidade.

    De qualquer forma deve ser proporcionado ao casal o apoio psicológico e emocional durante este período, de forma a poderem dispor de oportunidades para expressar as suas preocupações e dissipar os seus receios.

    ♥ Aprenda a salvar o seu filho...

    O Hospital de Faro oferece um curso de um dia que pretende ensinar os pais com filhos até oito anos a saber como reagir em caso de afogamento. Técnicas de suporte básico de vida que podem quando executadas precocemente contribuir para um melhor desfecho em situações de emergência. Se os pais souberem iniciar manobras de reanimação, enquanto não chega ajuda especializada as consequências do acidente podem ser bastante menos graves. Por isso, vale a pena aprender o que fazer.

    A iniciativa resulta de uma parceria entre aquele hospital e a secção do Sul da Ordem dos Enfermeiros.

    Claro que a prevenção é essencial e a vigilância em casas com piscina tem de ser constante. Muitos dos acidentes em piscinas acontecem em casas de férias. Nos últimos sete anos, segundo números da APSI, estima-se que tenham morrido por afogamento, em Portugal, 150 crianças e adolescentes. O afogamento continua a ser a 2ª causa de morte acidental nas crianças, ultrapassada apenas pelas mortes em acidentes rodoviários.

    O Curso «Aprenda a salvar o seu filho» tem a duração de um dia (das 9h00 às 17h00) e decorrerá aos sábados durante os meses de Julho e Agosto. Para informações e inscrições deverá contactar o secretariado da Secção Regional do Sul da Ordem dos Enfermeiros através do mail .


    ♥ Dicas para tornar as viagens de carro com crianças suportáveis e até... animadas!

    Agora que já cheira a férias, oferecemos-lhe algumas dicas para facilitar as viagens com crianças. Os intermináveis «Ainda falta muito?» tornam-se sufocantes. Pior que isso, só quando os irmãos começam a pegar-se no banco de trás. Não desespere. Em vez disso, evite esses cenários, seguindo as nossas dicas.

    Jogos divertidos

    Alguém pensa num animal e diz a primeira letra do seu nome. Os outros têm de adivinhar qual é. Podem fazer perguntas, mas o dono do segredo só pode responder sim ou não. Quem adivinhar tem direito a escolher o animal seguinte.

    A cor dos carros

    Cada um escolhe uma cor. O primeiro a conseguir contar dez carros da sua cor ganha.

    Música, por favor

    Leve CDs divertidos e animados, de preferência música que as crianças conheçam e gostem de cantar. Para os mais crescidos, o MP3 é uma boa solução.

    A ajuda da tecnologia

    Um mini-leitor de DVD e um filme novo podem fazer milagres e absorver a impaciência de boa parte da viagem. Uma consola de jogos protátil também pode dar uma ajuda. Todas as estratégias são válidas para evitar a loucura dentro um carro. (Não se esqueça de verificar se têm a bateria carregada e leve os transformadores).

    Lanches divertidos

    Nas viagens de carro, ajuda a passar o tempo petiscar uns snacks saborosos. Barrinhas de cereais, fruta, triângulos de queijo, bolachas, tirinhas de cenoura crua são boas opções. As paragens podem assim ser aproveitadas apenas para correr, esticar as pernas e ir à casa de banho. Algumas estações de serviço, nas auto-estradas, têm pequenos parques infantis. Se deixar as crianças divertirem-se e mexerem-se dez minutos, em vez de as obrigar a sentarem-se a uma mesa enquanto os pais tomam café, vai ver que o resto da viagem corre melhor.

    Saia da auto-estrada

    Se vai de carro, escolha um local de interesse a meio do percurso, saia da auto-estrada e faça uma pausa maior. Para as crianças, essa pausa pode significar boa disposição durante toda a viagem.

    Um saco «Sport-Billy»

    Leve um saco com os essenciais: toalhitas, água, o peluche preferido, a chupeta.

    No restaurante

    Se vai fazer uma pausa num restaurante, abasteça-se de livrinhos de actividades e um bloco de desenho com um conjunto de lápis ou canetas. Vai ver que o investimento compensa. Peça de imediato a comida das crianças ou uma entrada para que possam petiscar. Ter de esperar horas pela comida é demais para quem tem de ter tanta paciência no carro! Evite que a refeição seja mais uma seca que prolonga a impaciência da viagem.

    Uma sesta para passar o tempo

    Programe a viagem de forma a que saiba que as crianças poderão dormir, pelo menos parte do tempo. Uma almofada pode ajudar a que durmam mais confortáveis. E assim terá de ouvir menos vezes a pergunta sacramental. Mas quando ela surgir, não se impaciente. Não há viagem com crianças sem esse clássico...






    quarta-feira, 30 de junho de 2010

    ♥ Miliária ou borbulhas do calor...

    O que é a miliária?

    A miliária, também conhecida como "borbulhas do calor" ou "borbulhas de Verão", é uma erupção de pequenas borbulhas (e, por vezes, pequeníssimas bolhas) na pele que pode surgir quando o bebé sofre de muito calor. As borbulhas podem ser vermelhas, especialmente nas peles mais claras. Crianças de todas as idades apresentam as borbulhas de Verão, mas é mais comum nos bebés.

    Se o seu bebé apresentar estas borbulhas, os locais onde mais provavelmente as detectará serão as pregas de pele e as partes do corpo em contacto directo com a roupa, incluindo o peito, a barriga, o pescoço, as virilhas e as nádegas. Se usar chapéu, esta erupção pode surgir igualmente no couro cabeludo ou na testa.

    O que causa a miliária?

    O bebé transpira para arrefecer. Se transpirar tanto que os poros ficam obstruídos, ao ponto de não permitirem a saída do suor, então desenvolvem-se estas borbulhas. (Os bebés e as crianças pequenas são particularmente sensíveis, dado que têm poros mais pequenos do que os adultos.)

    O tempo quente e húmido é a época de excelência da miliária, mas esta também pode ocorrer no Inverno, se o bebé usar demasiadas camadas de roupa ou estiver com febre. Por vezes, os bebés desenvolvem miliária depois de ser aplicada uma pomada para a tosse sobre o peito.

    A miliária é grave?

    Não, mas é um sinal de que o bebé está com calor. O sobreaquecimento pode causar problemas graves, como exaustão pelo calor e insolação. Alguns estudos sugerem que, se o bebé tiver demasiado calor durante a noite, isso pode contribuir para o SMSL. (Síndroma de Morte Súbita do Lactente)

    A miliária causa dores ao bebé?

    Não, normalmente não é dolorosa, mas pode causar comichão. Algumas das borbulhas podem ser sensíveis ao toque.

    Como tratar a miliária?

    Comece por refrescar o bebé. Solte ou retire a roupa e coloque-o numa sala arejada ou num local à sombra.

    Pode colocá-lo sobre uma toalha de algodão, que pode ajudar a absorver o suor. Aplique toalhas frescas e húmidas nas áreas afectadas pela erupção. Deixe secar ao ar, em vez de esfregar com uma toalha. E não aplique pomadas nem cremes sobre as borbulhas, já que podem piorar devido à acumulação de humidade.

    Se estiver calor à noite, utilize ar condicionado ou uma ventoinha no quarto do bebé. Direccione a ventoinha para a zona onde está o bebé mas não para ele directamente. Ou então coloque-a suficientemente longe, para que sinta apenas uma ligeira brisa. O bebé deve ficar confortável, não com frio.

    Corte regularmente as unhas do bebé para que não coce as borbulhas se ficar com comichão. Poderá calçar-lhe luvas à noite para que não coce enquanto dorme.

    Como prevenir a miliária?

    Mantenha o bebé confortavelmente fresco, vestindo-o com roupas largas e leves, especialmente quando estiver tempo quente e húmido. Os tecidos naturais, como o algodão, são absorventes e permitem uma transpiração mais eficiente do que os sintéticos. Evite cuecas de plástico e revestimentos de plástico nas fraldas.

    Quando segurar o bebé ao colo, tente não usar tecidos abrasivos, como a lã, que possam irritar a pele do bebé.

    Num dia de extremo calor, mantenha o bebé dentro de casa ou procure locais frescos, com sombra e arejados, para se sentar e brincar ao ar livre. Lembre-se de o hidratar bem e regularmente através da amamentação ou com leite de substituição.

    Verifique regularmente se o bebé está com demasiado calor. Se não tiver a certeza, sinta a pele do bebé. Se estiver húmida e quente, isso significa que está com calor.

    Devo levar o bebé ao médico se apresentar as borbulhas de calor?

    É boa ideia consultar o médico para confirmar se se trata efectivamente de miliária. Deve sem dúvida consultar o médico se as borbulhas não desaparecerem passados alguns dias, se parecerem estar a agravar-se ou se o bebé tiver febre.






     

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