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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

♥ Aos seis meses já conhecem várias palavras

Aos seis meses de idade os bebés já entendem o significado de muitas palavras comuns, ou seja, muito mais cedo do que se pensava. É o resultado de um novo estudo realizado na Universidade da Pensylvania. Numa fase em que ainda não andam, nem apontam, os bebés já compreendem muitas palavras, como as que nomeiam certos alimentos, partes do corpo e objectos que fazem parte do seu dia-a-dia.
Os investigadores observaram a reação de 33 bebés, com idades compreendidas entre os seis e os nove meses, face a fotografias de objectos, alimentos e partes do corpo. Os bebés estavam sentados ao colo dos pais, que lhes iam fazendo perguntas. Por exemplo « onde está a maçã ? » Um aparelho de rastreio ocular revelava os movimentos dos olhos dos bebés e, assim, as suas respostas às perguntas, uma vez que ainda não apontavam.
Os bebés fixavam mais frequentemente o objecto, alimento ou parte do corpo nomeados do que outras imagens presentes, mesmo que houvesse várias imagens e alguma desordem entre elas. Um sinal de que reconheciam o significado da palavra. Os resultados foram idênticos entre crianças de seis e sete meses e as de oito e nove meses.
Já antes tinha havido evidências de que os bebés conheciam algumas palavras, como mamã ou papá, mas este estudo foi mais longe demonstrando que o coenhcimento dos bebés é mais vasto e engloba já várias categorias de palavras. Os bebés entendem mesmo que as palavras podem nomear uma categoria e não apenas um objecto individual. Os resultados foram publicados no Proceedings of the National Academy of Sciences.

♥ Uma birra vista por dentro

Todas as birras obedecem a um padrão. Saiba como reagir e nunca se esqueça: as birras fazem parte do desenvolvimento normal de uma criança. A culpa não é sua!

Alguma vez pensou que as birras podiam tornar-se um objecto de estudo? Michael Potegal, neuropsicólogo da Universidade de Minnesota, e James Green, da Universidade de Connecticut, EUA, decidiram dissecar as birras das crianças para melhor entender o que elas sentem.
Se ainda não têm capacidade para exprimir por palavras as suas emoções, talvez seja útil que pais e educadores saibam entender os seus sinais corporais e as suas vocalizações. Foi o que pensaram os investigadores.
Gritar, espernear e atirar-se para o chão obedecem a um padrão, apesar de poderem ter várias nuances e intensidades e poderem sobrepor-se em algum momento. As birras têm um ritmo próprio, segundo ficou demonstrado por este estudo, publicado no jornal científico Emotion.
Se os adultos entenderem o padrão e o ritmo de uma birra, será mais fácil reagirem da melhor forma. Por outro lado, será mais fácil também distinguirem uma birra normal, que faz parte do desenvolvimento de todas as crianças, de uma birra que pode ser sinal de alguma perturbação no desenvolvimento ou bem-estar emocional da criança.

Anatomia de uma birra
Para dissecarem as birras, os investigadores criaram um fato especial com um microfone incorporado e gravaram mais de 100 birras. Depois analisaram as gravações e estabeleceram padrões, com a ajuda de gráficos. Analisaram também vídeos domésticos cedidos por pais. Perceberam que os mesmos sons surgiam, normalmente, com um padrão definido:
- Primeiro os gritos agudos e berros.
- Depois acções físicas como arremessar coisas e atirar-se para o chão.
- Por fim, choro e lamentos e a necessidade de consolo.
Seja qual for o tempo de duração ou a frequência com que acontecem, todas as birras seguem este padrão.

Gritos agudos e berros podem a certa altura ocorrer em simultâneo com pontapés. Choro e lamento também podem ter início quando a criança está no chão. Mas a sequência é sempre a descrita.

Um turbilhão de emoções em simultâneo
Por outro lado, não é verdade que a fúria e a tristeza correspondam a duas fases distintas da birra. As duas emoções estão muito interligadas e podem estar presentes ao longo de todo o episódio. Lamentos que revelam tristeza e picos de gritos que revelam raiva vão-se intercalando ao longo da birra.

O melhor que os pais podem fazer: nada!
O segredo para que a birra acabe rapidamente é deixar que a criança passe pelos picos de raiva que fazem parte de todas as birras e não os prolongar. Como? Não fazendo nada. É difícil, claro, mas os pais devem perceber, segundo Michael Potegal, que a raiva é uma armadilha. Qualquer reacção, mesmo que seja fazer perguntas, só vai prolongar a birra. Tentar conversar é acrescentar informação a um sistema que já não consegue lidar com mais nada.
Da mesma forma, não se deve responder racionalmente a exigências irracionais que as crianças fazem enquanto estão a ter uma birra. Nessa altura, nos picos de raiva, só se deve mesmo esperar que passe.
Assim que a criança expressar toda a raiva que tem de expressar, só vai ficar a tristeza e a procura de consolo.

As birras fazem parte do desenvolvimento, não resultam de incompetência educativa dos pais
Analisadas cientificamente as birras não são muito diferentes de fenómenos naturais, como a trovoada, por exemplo. Entender o seu fluxo e padrão, vai dar aos pais uma sensação de controlo que é muitas vezes o que lhes falta e o que pode agravar a situação.
Os pais não devem sentir-se culpados pelas birras, o que por vezes acontece - sobretudo quando as birras ocorrem em público e há olhares reprovadores perante a cena, como se ela resultasse da incompetência deles. Fazem parte do processo de desenvolvimento. Com este ponto de partida, só têm de saber como ajudar a criança a chegar ao fim, em vez de contribuir para prolongar o fenómeno.

♥ É preciso um ano para recuperar do parto

É a conclusão de um estudo que aponta como irrealista a teoria de que bastam seis semanas para recuperar.

É comum dizer-se que as mulheres levam cerca de seis semanas a recuperar do parto. Os médicos reiteram esta ideia e as celebridades que aparecem nas revistas, magras e produzidas poucas semanas após o parto, ajudam a reforçá-la.
Julie Wray, da Universidade de Salford, no Reino Unido, decidiu estudar o assunto e afirma que esta expectativa não é realista. Segundo as suas conclusões, um ano é o período que a maioria das mulheres leva para recuperar completamente.
A investigadora entrevistou um grupo de mulheres em três fases distintas do após o parto : passadas duas a três semanas, três meses e sete meses depois do nascimento do bebé.
As mulheres entrevistadas consideram uma fantasia dizer que seis semanas são suficientes para recuperar do parto. Sentem-se frágeis e muitas vezes desacompanhadas, durante um período muito mais longo do que um mês e meio. E o facto de haver uma expectativa de que tudo volta ao normal mais cedo, torna-as, provavelmente, mais susceptíveis a sintomas depressivos.
Porque as mulheres sentem que a recuperação física e emocioanal após o parto é mais demorada, os serviços de saúde deviam, na opinião da investigadora, prolongar o apoio que prestam nas primeiras semanas por mais algum tempo.


sexta-feira, 15 de abril de 2011

♥ Sono: Um bem precioso para o bebé e para os pais

O sono é muito importante para os bebés uma vez que é nessa altura que o cérebro se desenvolve, logo deve ser uma preocupação dos pais incutir desde cedo boas rotinas de sono.

Assim deixo aqui algumas dicas de sono para tentar incutir aos bebés:
É importante estabelecer rotinas no dia-a-dia do bebé, por isso vai ajudar o seu bebé a estabelecer um horário de dormir se todos os dias, mais ou menos à mesma hora, lhe der um banho quente, seguido de uma massagem e de histórias e/ou canções de embalar;

Devemos evitar "muletas" como o embalar o bebé até ele adormecer ou dar-lhe a chupeta. Senão ele pensa que sóconsegue adormecer se for embalado ou chora se a chupeta cair a meio da noite. Em vez destas coisas, podemos deixar um pequeno cobertor ou uma fralda de pano ao lado da cabeça do bebé com o qual ele se possa confortar;

Por último, deitar o bebé antes dele estar a dormir também é importante para que se aperceba de que é hora de dormir e que consegue fazê-lo sozinho.

Muitas vezes não é fácil seguir estas dicas, especialmente quando ainda são pequeninos e começam a choramingar... Contudo cabe a cada casal (mãe e pai) estabelecer a rotina do seu próprio bebé (o que implica muitas vezes experimentar diversas coisas) de forma a também estes poderem ter um sono (mais ou menos) descansado.

♥ O seu filho deve dormir sempre de costas

Surgem sempre muitas dúvidas no que toca à posição de dormir dos bebés, de lado?, de costas? Assim fica aqui as recomendações da Sociedade Portuguesa de Pediatria.

Vários estudos epidemiológicos, incluindo milhares de lactentes, demonstram que a posição mais segura para dormir é o decúbito dorsal (de costas). A publicidade a favor da posição de costas para dormir, permitiu reduções da mortalidade entre 20 a 67%, sem aumento do número de mortes por aspiração de vómito.

Em Abril de 1996 a Academia Americana de Pediatria, baseada na avaliação cuidadosa dos estudos publicados, recomenda o decúbito dorsal para os lactentes. Esta recomendação é também publicada no mesmo ano, em Portugal, pela Direcção Geral da Saúde e consta do Boletim de Saúde Infantil e Juvenil. Actualmente há evidência suficiente para que nos nossos serviços, nas nossas unidades, os bebés que estiverem em berço se coloquem de decúbito dorsal (exceto se contra-indicado), e que o mesmo seja aconselhado aos pais, tanto na alta como em ambulatório.

São raras as situações clínicas onde esteja contra-indicado o decúbito dorsal, como é o caso de algumas malfoemações oro-faciais e casos excepcionalmente graves de refluxo gastro-esofágico . O decúbito ventral (de barriga para baixo) só deverá ser adoptado por uma prescrição médica.

A posição de decúbito ventral é um factor de risco para Síndrome de Morte Súbita do Lactente (SMSL). Algumas das razões porque o decúbito ventral é considerado perigoso e favorecer o SMSL estão relacionadas com um sono mais profundo e um aumento do limiar do despertar (mais acentuada em alguns bebés susceptíveis). A respiração do próprio ar expirado condicionando uma elevada concentração de anidrido carbónico no ar inspirado, a pressão exercida na face do bebé, dificultando a respiração, a inibição dos reflexos laríngeos e o sobreaquecimento por diminuição da perda de calor pelo rosto e pela cabeça, são outras tantas razões.

Dormir de lado não é tão seguro como de costas.
Não devem ser utilizados sistemas de contenção, como rolos, faixas, etc.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

♥ Rabinho Saudável

Nunca se deve usar pó de talco, porque pode prejudicar a respiração. Para que o rabinho não asse, nunca deixes que o teu bebé esteja muito tempo com a fralda suja. Não necessitas de despir o bebé para ver se está sujo, o teu nariz é o melhor instrumento para o verificar. Quando o bebé está sujo, e sempre que estiveres em casa, pega num pouco de água morna e lava-lhe o rabinho bem lavado. Depois de bem sequinho, deixa o bebé uns minutos com o rabinho ao ar.
Se puderes, todos os dias de manhã, deixa entrar o sol pela janela e coloca o bebé deitadinho com o rabinho sem fralda, bastam 10 minutos. É claro que sempre que necessário deverás ter à mão uma pomada protectora.


♥ Dermatite Atópica

Se o seu filho costuma ter episódios de comichão intensa em alguma parte do corpo e esta apresenta vermelhidão e inchaço, consulte o pediatra, pois pode sofrer de dermatite atópica.

A dermatite atópica é uma inflamação cutânea crónica, que normalmente leva ao aparecimento de lesões e comichão intensa. Esta doença está muitas vezes relacionada com outros transtornos como a asma e a rinite alérgica, sendo que mais de metade dos doentes tem antecedentes familiares. A dermatite atópica é na maior parte dos casos causada por estímulos alergénios que provocam a reacção cutânea, embora também existam factores genéticos que podem causar o seu aparecimento

Outros sintomas:
- Vermelhidão
- Secreção na pele
- Inchaço
- Pele ressequida e descamação
- Crostas

O diagnóstico

Para realizar o diagnóstico da dermatite atópica o pediatra (ou o dermatologista) define critérios que são divididos em dois grupos:
- os critérios absolutos sao definidos tendo em conta a comichão
- os critérios menores sao definidos tendo em conta a história familiar e pessoal do doente e os resultados dos testes cutâneos, entre outros.

O tratamento

A dermatite atópica é uma doença crónica pelo que ainda não existe cura definitiva. Assim, o tratamento foca-se na diminuição da sintomatologia e consequentemente melhoria da qualidade de vida do doente.
O médico irá então recomendar um hidratante para a pele e pode prescrever anti inflamatórios e anti histamínicos que irão controlar a comichão e diminuir as erupções cutâneas.
Embora não possa tratar a dermatite atópica, pode prevenir novos episódios, evitando que a criança se exponha a factores desencadeantes como, por exemplo, alguns alimentos que possam causa alergias, a irritantes cutâneos ou ainda a alguns factores ambientais como os ácaros e o pólen.

domingo, 2 de janeiro de 2011

♥ Primeiros bebés de 2011

Os primeiros bebés de 2011 nasceram à meia-noite em ponto, um na Maternidade Daniel de Matos e Hospitais da Universidade de Coimbra, e outro no Hospital Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira. A informação é avançada pela Lusa, que cita fontes hospitalares.

O bebé de Coimbra é um rapaz, o Tomás, terceiro filho do casal, e nasceu com cerca de três quilogramas, exactamente às zero horas.

Em Vila Franca de Xira, uma menina nasceu às zero horas e um segundo. Chama-se Andreia, pesa 2,960 kg e é a primeira filha de um casal moldavo.

Na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, não havia registo de qualquer nascimento entre a meia-noite e as 03:00. Na Maternidade Júlio Dinis, no Porto, o primeiro nascimento de 2011, ocorreu às 02:00.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

♥ Os melhores brinquedos para os bebés...

Saiba quais são

Brincar é um assunto sério quando está em causa o desenvolvimento da criança.

Ainda para mais, até ao primeiro ano, o bebé está bastante limitado, uma vez que existem materiais, formas e até brincadeiras que estão longe de lhes serem recomendadas.

Se está a pensar adquirir novos brinquedos para o seu bebé ou oferecer um presente lúdico a um familiar ou filho de algum colega ou amigo, siga as recomendações dos especialistas. Estes são os melhores brinquedos que lhes pode oferecer:

Mobiles
Graças às suas cores, formas e sons, ajuda a criança a desenvolver a sua «capacidade de seguimento e de coordenação visual e auditiva», escreve Mário Cordeiro, pediatra, na obra «O Grande Livro do Bebé» (A Esfera dos Livros), segundo o qual este objecto deve ser colocado ao lado do berço e não em cima.

Brinquedos para montar
Com várias formas, cores e tamanhos que encaixam uns nos outros, ajudam a desenvolver a motricidade fina, a capacidade de identificar coisas semelhantes, a reconhecer as cores e a estabelecer relações entre objectos.

Bonecos com som
«Ensinam ao bebé os princípios de causa e efeito», explicam Louis e Joe Borgenicht, pediatras, em «Bebé-Livro de Instruções» (Arte Plural Edições). Se couberem nas mãos do bebé são óptimos para «desenvolver a sua capacidade de agarrar e de manusear objectos».

Outras sugestões
Chaves coloridas, superfícies espelhadas, brinquedos de borracha e plástico, tapetes de actividades e livros adaptados para a idade.


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

♥ Ter um cão diminui risco de alergias...

Ter um cão em casa diminui o risco de as crianças com antecedentes familiares de alergias desenvolverem eczema. O mesmo não se verifica se o animal de estimação for um gato. Neste caso, os riscos aumentam significativamente.

Foram analisados dados de 636 crianças, entre os 12 meses e os quatro anos, com alto risco alérgico, uma vez que tinham antecedentes familiares. As crianças foram submetidas anualmente a testes para 17 diferentes alergéneos.

As crianças que têm alergia ao pêlo do cão, confirmada por teste cutâneo, e crescem com um cão em casa desde o primeiro ano de vida têm quatro vezes menos probabilidades de desenvolver eczema. Aquelas que têm um gato, pelo contrário, vêem aumentada, muito significativamente a sua vulnerabilidade.

Se vivem com um gato desde o primeiro ano de vida e têm alergia ao seu pêlo as probabilidades de desenvolverem eczema por volta dos quatro anos são 13 vezes superiores aquelas que não têm um gato em casa.

Para as crianças que não têm, à partida, alergia ao pêlo do animal, os riscos de eczema não são aumentados pela presença do gato.

As conclusões são especialmente relevantes para os pais de crianças com risco de eczema. Na altura de escolher o animal de estimação, valerá a pena tê-las em conta.




segunda-feira, 20 de setembro de 2010

♥ Bebés que crescem rápido serão homens mais fortes...

Os bebés rapazes que crescem de forma muito rápida nos primeiros seis meses de vida tendem a ser mais fortes, mais altos, mais poderosos e... a ter uma vida sexual mais activa e com mais parceiras sexuais na vida adulta do que aqueles que crescem a um ritmo mais lento.

Quem se lembrou de relacionar o ritmo de desenvolvimento nos primeiros meses de vida com padrões de masculinidade na vida a adulta foi Christopher Kuzawa, investigador e professor de antropologia na Northwestern University, em Chicago.

O estudo de longa duração acompanhou o desenvolvimento de mais de 700 bebés nas Filipinas, desde o nascimento até à idade adulta.

Na adolescência, os bebés que aumentaram de peso e se desenvolveram mais rapidamente nos primeiros meses, foram também os rapazes que atingiram a puberdade e iniciaram a vida sexual mais cedo, tendo níveis de testosterona mais elevados do que os rapazes que tiveram um crescimento mais lento nos primeiros meses. Tornam-se jovens adultos mais altos, mais musculados e mais fortes.

Os níveis de testeosterona são muito elevados nos primeiros meses de vida, contribuindo para estabelecer desde cedo diferenças entre rapazes e raparigas.

As características de um jovem adulto, como o tamanho, a massa magra e a maturação sexual estão programadas pelas experiências e desenvolvimento precoce, segundo o autor deste estudo, cujos resultados foram publicados na edição online do Proceedings of the National Academy of Sciences.

Os bebés fazem adaptações no seu desenvolvimento, condicionadas pelas experiências de nutrição precoces. Christopher Kuzawa defende que um bebé cuja mãe se alimentou de forma saudável durante a gravidez e que é amamentado nos primeiros meses, recebe informação de que irá crescer num ambiente rico e sem dificuldades de alimento. Por isso, desenvolve-se mais rápido, torna-se mais forte (porque pode - terá alimento) e torna-se mais cedo sexualmente activo. Claro que a herança genética é importante, mas as experiências precoces também acabarão por ser determinantes.



terça-feira, 17 de agosto de 2010

♥ Quando devem deixar as fraldas?

A idade ideal para deixar as fraldas é entre os dois e os três anos, mais precisamente entre os 27 e os 32 meses. Um estudo realizado nos EUA e publicado no Journal of Pediatric Urology demonstrou que deixar passar esta etapa sem dizer adeus às fraldas aumenta os riscos de incontinência de urgência (ou bexiga hiperactiva) - as crianças terão mais probabilidades de vir a ter perdas involuntárias de urina, tanto de dia como de noite, entre os quatro e os 12 anos.

Por outro lado, tentar retirar as fraldas antes dos dois anos é aumentar as probabilidades de insucesso e, normalmente, o período de adaptação é, nesses casos, mais prolongado. Este é o primeiro estudo científico que demonstra exactamente qual a etapa ideal para deixar as fraldas, apesar de existirem várias teorias sobre o assunto.



Este estudo mostrou também que, para ter sucesso no treino do bacio, mais importante do que as técnicas utilizadas é o timing escolhido. Os investigadores inquiriram os pais de 157 crianças com idades entre os quatro e os 12 anos, que consultaram um urologista por terem problemas de incontinência, sobre os métodos usados e a idade em que os filhos deixaram as fraldas. Os dados foram comparados com os de outro grupo de 58 crianças que não nunca tinham tido qualquer problema de incontinência.



No primeiro grupo a idade média de abandono das fraldas foi 31,7 meses, enquanto no grupo de crianças sem problemas essa média situou-se nos 28,7 meses. O método usado não esteve associado a diferenças significativas na probabilidade de vir a sofrer de incontinência mais tarde.



A criança tem de estar pronta para iniciar o processo, mas o que este estudo demonstra é que isso acontece, na maior parte dos casos por volta dos dois anos e meio e que deixar passar a oportunidade pode dar origem a problemas mais tarde.

O estudo mostra também que as crianças estão a deixar as fraldas cada vez mais tarde, tanto nos EUA como noutros países com países com culturas tão distintas como o Brasil ou a China. Em 1980, nos EUA, a média de idades para largar as fraldas situava-se nos 26 meses. Em 2003, essa média subiu para os 36,8 meses.



sexta-feira, 16 de julho de 2010

♥ Olha quem anda!

Mais do que as velas do primeiro bolo de aniversário, são os primeiros passos que marcam a entrada dos bebés numa nova etapa do seu desenvolvimento. Os doze meses são apontados nos manuais de desenvolvimento infantil como a altura aproximada em que a maior parte das crianças consegue conquistar definitivamente o equilíbrio e a confiança que lhes permitem soltar-se de todas as «muletas» e passar a caminhar pelo mundo em posição vertical.
Importante é saber que atingir esse grande marco liberta a criança para outras conquistas, outros desafios, novos passos. Na cultura anglo-saxónica existe mesmo uma palavra para designar a criança que está nesta nova fase. Chamam-lhes toddlers, e não mais babies. Até os brasileiros já adoptaram a expressão, que se refere a todo o período que vai da aquisição da marcha até aos dois anos.

E porquê este marco?

Precisamente porque até a aquisição da marcha, o desenvolvimento do bebé está centrado na descoberta do seu corpo e na passagem de uma posição fechada sobre si mesmo para uma progressiva abertura dos membros em relação ao tronco, dos dedos em relação às mãos, de uma posição horizontal e de uma incapacidade de se virar para o outro lado, para uma posição vertical em que consegue equilibrar-se e, por fim, andar sozinho. A partir daí, o bebé vai centrar as suas descobertas no mundo que o rodeia, nas relações com os outros, na linguagem e, claro, na afirmação da sua autonomia.

O que eu andei para aqui chegar


Nos primeiros 12 meses são muitas as etapas que um bebé tem de cumprir para chegar ao ponto de conseguir andar sozinho. A data em que o fazem não tem muita importância. Há limites mínimos e máximos que podem alertar os pediatras para possíveis problemas no caso de serem ultrapassados, mas são apenas indicadores. O certo é que os bebés cumprem uma sequência de aquisições que é igual para todos: primeiro aprendem a segurar a cabeça, depois a rolar, depois a sentar-se, depois a gatinhar ou rastejar (alguns saltam esta etapa), depois andam apoiados em objectos ou na mão de um adulto e, finalmente, andam sozinhos.


Neste processo vão ganhando força muscular, coordenação e equilíbrio, requisitos essenciais para quem quer pôr um pé à frente do outro. Esta é uma habilidade que requer um vasto número de competências motoras e físicas, de força, destreza e coordenação, mas também mentais e de personalidade ¿ confiança, segurança, vontade. Daí que possa variar tanto de bebé para bebé a altura em que conseguem fazê-lo.


Se para segurar bem a cabeça, por exemplo, a variação apontada pelos especialistas vai dos 2 aos 4 meses, para dar os primeiros passos o intervalo é o maior de todos: dos 11 aos 14 meses é o período em que a maior parte dos bebés dá os primeiros passos, mas há sempre os mais precoces e os mais preguiçosos, pelo que dos 9 aos 18 meses é perfeitamente possível cumprir essa etapa sem que haja motivo para preocupações.


Se o seu filho é dos que se demoram mais uns tempos na mobilidade em quatro apoios - o engenhoso gatinhar - não se deixe contaminar pela ansiedade, nem atingir pelas comparações com os vizinhos ou os primos. Goze esta fase fantástica, não force o seu filho, respeite o seu ritmo e dê tempo ao tempo. Ele terá a vida toda para andar pelo seu próprio pé. Porquê ter pressa?


Eu vou sozinho

A partir do momento em que começam a andar, os bebés sentem o gosto da liberdade e a vontade de autonomia cresce de um dia para o outro. Não se admire se o seu filho começar a recusar o colo e até a sua mão, porque agora ele quer explorar o mundo pelo seu próprio pé. Nesta fase, as quedas são o «prato do dia». É preciso muito treino para aprender a controlar variáveis tão importantes como desníveis no chão, inclinações, objectos ou mesmo mudanças de rota, sem perder o equilíbrio. Mas os progressos, depois dos primeiros passos, serão rápidos e irreversíveis.

sábado, 26 de junho de 2010

♥ Como cuidar do cordão umbilical do bebé ...

Processo de queda

Usualmente, o coto do cordão umbilical do bebé tem cerca de 2 a 4 centímetros de comprimento dependendo sempre por onde foi cortado depois do parto.

Cerca de 2 a 3 dias após do parto, a restante parte do cordão umbilical, ainda presa ao bebé, transformar-se-á de uma protuberância rosa clara para um pequeno coto negro.

Este pequeno coto, normalmente acabará por cair entre os 8 dias e as 4 semanas depois do nascimento do bebé. No lugar dele ficará uma pequena ferida, que levará alguns dias a cicatrizar. Contudo, se depois deste período de tempo ainda se mantiver preso ao bebé, são necessários cuidados extras para evitar uma infeção.

Mudar a fralda

Quando estiver a mudar a fralda ao seu bebé, dobre-a abaixo do cordão umbilical para que este se mantenha exposto ao ar, ajudando assim a secar mais rápido. Algumas fraldas especiais têm um tipo de abertura própria para o cordão umbilical do recém-nascido, mas basta dobrar uma fralda comum para conseguir o mesmo efeito.

Limpeza da área

Cada vez que mudar a fralda ao bebé, gentilmente segure o cordão para cima e com uma bola de algodão esterilizado - embebido em álcool de 70 volumes - limpe a base do cordão (parte onde liga com o corpo). Isto não só evitará infeções mas também ajudará a acelerar o processo de queda do cordão.

Lave sempre as mãos antes de cuidar do umbigo do bebé e depois da troca de fralda. Evite que as fezes ou urina do bebé cheguem ao coto; mas caso isso aconteça limpe-o bem com água e sabão neutro ou só com água. De seguida aplique o álcool.

Cuidados com o banho

Também é muito importante manter a área seca, por isso, até ao cordão umbilical cair, dê apenas banho de esponja ao seu bebé, e certifique-se que não humedece o cordão umbilical.

Atenção

Depois do coto do cordão umbilical cair, a cicatrização completa do umbigo demora cerca de 8 a 10 dias a ficar completa. Às vezes, o umbigo leva mais tempo a cicatrizar, mas desde que não haja mau cheiro ou sinal de infeção, não deverá de existir razão para preocupação. Contudo se ele continuar a sangrar deverá falar com o médico. Se por ventura existir algum tipo de odor desagradável, corrimento ou vermelhidão na área do coto umbilical, deve levar o seu bebé ao médico para que ele o possa examinar e verificar se não existe sinal de infeção.

Caso não caia

Desde que a área não tenha nenhuma infeção ou não se torne numa fonte de sangramento, o tempo não será um grande problema. Mas caso o coto do cordão não caia dentro de um tempo razoável, então poderá ser removido pelo pediatra, sendo algo simples de fazer, por isso não tem de se preocupar caso isso seja necessário; e saiba que em breve já poderá dar banho ao bebé sem problemas ou a colocar as fraldinhas sem ter de as dobrar no topo.

O umbigo do seu bebé será perpetuamente a maior recordação física da grande ligação a si, por isso lembre-se que esta marca será para sempre e não só por isso, mas também, deverá ser bem cuidada.








♥ Porque é que os bebés criam bolhas nos lábios?

Estas bolhas são mais comuns em bebés amamentados ao peito do que com biberão, provavelmente porque os bebés amamentados ao peito têm de criar sucção com a boca, o que causa mais fricção, explica a pediatra Joanne Cox do Children's’Hospital Boston.

"Os pais não devem preocupar-se com as bolhas dos lábios que, normalmente, não são dolorosas," diz Joanne Cox. "Mas se estiver a amamentar, pode experimentar posições de amamentação diferentes. "As bolhas dos lábios aparecem nos bebés mais pequenos e por vezes até mesmo em recém-nascidos – sinal de que o bebé chuchava nos dedos das mãos ou dos pés ainda na barriga da mãe.


quarta-feira, 9 de junho de 2010

♥ Chupetas da Nuk...

Obrigada a mamã Miranda por este belo site =)

http://www.chupetascomnome.com/shop/silicone-50c1.html


quarta-feira, 2 de junho de 2010

♥ Fraldas reutilizáveis evitam oito quilos de lixo por bebé...

A opção por fraldas reutilizáveis em vez das descartáveis evita a produção de oito quilos de resíduos por semana e por bebé, ou uma média de uma tonelada de resíduos em dois anos e meio, segundo a Quercus.

Numa informação divulgada esta terça-feira, a associação ambientalista salienta que, como nascem cerca de 100 mil bebés por ano em Portugal, a redução de resíduos relacionados com as fraldas seria de 100 mil toneladas a cada dois anos e meio, período em que a criança necessita usar fralda, ou 40 mil toneladas anuais.

As fraldas descartáveis correspondem a cerca de cinco por cento dos Resíduos Sólidos Urbanos encaminhados para aterro ou incineração. Em Portugal, não existe reciclagem para este tipo de produto.

A utilização das fraldas «tradicionais», de pano, permite ain
da uma poupança de cerca de 500 euros por bebé .

Em 2009, a associação iniciou uma campanha de promoção de utilização de fraldas reutilizáveis e efectuou uma análise a marcas disponíveis no mercado nacional, uma experiência que se prolongou por três meses.

Entre os resultados obtidos está também a constatação de que as fraldas de pano podem ser lavadas na máquina juntamente com a restante roupa, a temperaturas baixas, a secagem pode ser feita ao ar e suportam cerca de 800 lavagens.

A Quercus refere ainda outras vantagens das fraldas reutilizáveis, como a «saúde do bebé, uma vez que previnem o aparecimento de alergias e dermatites na zona de contacto com a pele».

segunda-feira, 31 de maio de 2010

♥ Chupetas com o nome do bebé...

Obrigada á nossa menina Sonyfra por este belo site =)

domingo, 23 de maio de 2010

♥ Rabinho Saudável...

Nunca se deve usar pó de talco, porque pode prejudicar a respiração. Para que o rabinho não asse, nunca deixes que o teu bebé esteja muito tempo com a fralda suja. Não necessitas de despir o bebé para ver se está sujo, o teu nariz é o melhor instrumento para o verificar. Quando o bebé está sujo, e sempre que estiveres em casa, pega num pouco de água morna e lava-lhe o rabinho bem lavado. Depois de bem sequinho, deixa o bebé uns minutos com o rabinho ao ar.
Se puderes, todos os dias de manhã, deixa entrar o sol pela janela e coloca o bebé deitadinho com o rabinho sem fralda, bastam 10 minutos. É claro que sempre que necessário deverás ter à mão uma pomada protectora.


♥ Cólicas do Recem Nascido...


Se o teu bebé tem muitas cólicas, chora muito e até fica vermelho com as dores, uma massagem suave na barriguinha, em movimentos circulares no sentido dos ponteiros do relógio, vai aliviá-lo com certeza. Antes de iniciar a massagem, aquece um pouquinho de óleo para bebé de modo a que esteja morno e suavemente inicia a massagem. Podes ao mesmo tempo cantar-lhe uma canção, muito suave e com um ritmo cadenciado. O teu bebé vai sentir-se aliviado. Se, mesmo assim o teu bebé não sossega, tenta pegar-lhe ao colo mas de barriga para baixo e embala-lo suavemente.


 

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