Prevenir a escalada da obesidade é, definitivamente, uma prioridade. Mais do que o tratamento - difícil e com pouca eficácia - o melhor caminho é mesmo a prevenção. A amamentação é uma das melhores armas nesta batalha. Investigadores dinamarqueses investigaram a hipótese de a amamentação prolongada e o adiamento da diversificação alimentar poder ser uma resposta eficaz e válida na prevenção da obesidade.
Estudaram os dados de saúde de um grupo de pessoas desde o nascimento até à idade adulta. A duração da amamentação não teve grande influência no Índice de Massa Corporal (IMC) durante a infância, adolescência e idade adulta. No entanto, o risco de ter excesso de peso aos 42 anos de idade diminuiu à medida que a introdução dos sólidos na alimentação do bebé foi mais tardio. A cada mês que a diversificação alimentar foi adiada correspondeu um decréscimo de 10 por cento na probabilidade de ter excesso de peso aos 42 anos.
Há muitos factores que se conjugam na predisposição para a obesidade e excesso de peso. Conhecê-los e usá-los a favor da saúde dos seus filhos é dever dos pais. Este é mais um a ter em conta: se puder, adie a introdução dos sólidos.
As conclusões do estudo serão publicadas no números de Março da publicação científica The American Journal of Clinical Nutrition.

Estudaram os dados de saúde de um grupo de pessoas desde o nascimento até à idade adulta. A duração da amamentação não teve grande influência no Índice de Massa Corporal (IMC) durante a infância, adolescência e idade adulta. No entanto, o risco de ter excesso de peso aos 42 anos de idade diminuiu à medida que a introdução dos sólidos na alimentação do bebé foi mais tardio. A cada mês que a diversificação alimentar foi adiada correspondeu um decréscimo de 10 por cento na probabilidade de ter excesso de peso aos 42 anos.
Há muitos factores que se conjugam na predisposição para a obesidade e excesso de peso. Conhecê-los e usá-los a favor da saúde dos seus filhos é dever dos pais. Este é mais um a ter em conta: se puder, adie a introdução dos sólidos.
As conclusões do estudo serão publicadas no números de Março da publicação científica The American Journal of Clinical Nutrition.

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